Se deseja que seus filhos cresçam com decência, será que lhes permitiria associar-se com conhecidos fornicadores, homossexuais, mentirosos e criminosos endurecidos? Convidaria tais pessoas a vir à sua casa quais companheiros para seus filhos?
Quando vê um filme, o leitor e sua família estão, com efeito, associando-se por cerca de duas horas com os tipos de pessoas apresentadas na tela. E os filmes visam deliberadamente envolvê-lo emocionalmente com os personagens, aprofundando as impressões feitas na mente. Os espetáculos de televisão e as peças teatrais têm fins similares. A respeito de certa peça teatral, um anúncio do Times de Nova Iorque, de 23 de março de 1969, comentava:
“Desde os tempos clássicos e o teatro erótico da antiga Grécia jamais se viu uma apresentação tão franca e honesta do amor homossexual no palco.
“Não se pode deixar de se ficar profunda e pessoalmente envolvido nas vidas dos personagens representados.”
Deseja o leitor ficar envolvido profundamente, ou que sua esposa, seus filhos ou suas filhas fiquem profundamente envolvidos com homossexuais, lesbianas, fornicadores, adúlteros e criminosos? É isso mesmo que faz quando gasta horas vendo tais pessoas serem representadas em filmes, espetáculos de televisão ou peças-teatrais.
Também, muitos filmes agora são torcidos para criar simpatia para com o malfeitor — o adúltero, o homossexual, até mesmo o assassino. E o fato de que a simpatia da assistência é suscitada demonstra que o filme tem seu efeito sobre a mente deles. Estão sendo condicionados a desperceber, a tolerar, ou até mesmo a imitar os próprios erros que Deus condena. Como o Dr. Derek Buchanan avisou à Associação Médica Britânica: “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.” E, como a maior autoridade sobre à mente, a Palavra de Deus avisa: “Não sejais desencaminhados. Más associações estragam hábitos úteis.” — 1 Cor. 15:33.
sábado, 22 de maio de 2010
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