Na verdade, há psicólogos que acham que os filmes de terror são inofensivos, não causando nada mais do que uma ocasional noite de insônia. Todavia, há diversas autoridades respeitáveis que sustentam haver perigos.
O Dr. Leonard Berkowitz, professor de psicologia da Universidade de Wisconsin, assevera que a violência dos filmes de terror possui um efeito triplo sobre seu público. “Primeiro”, declara ele, “faz com que o público em geral fique menos horrorizado com a violência, tornando-se mais indiferente a ela. Em segundo lugar, o público pode aprender a lição de que a violência é um comportamento aprovado. Em terceiro lugar”, prossegue, “alguns podem ser estimulados por ela”.
Realmente, o que distingue o homem dos animais não é a capacidade de condoer-se e de mostrar empatia diante dos sofrimentos dos outros? A violência desenfreada nos filmes de terror, porém, só pode minar tal condolência. Faz-nos lembrar de como o apóstolo Paulo condenou aqueles que “por causa da insensibilidade [literalmente, “endurecimento”] dos seus corações” vieram a ficar “além de todo o senso moral”. Incentivou os cristãos, porém, a ‘tornarem-se benignos uns para com os outros, ternamente compassivos’. (Efésios 4:18, 19, 32, Kingdom Interlinear Translation, grego-inglês) Pode a exposição a grandes doses de derramamento de sangue, sem sentido algum, ajudar uma pessoa a cultivar tais qualidades?
sábado, 22 de maio de 2010
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