OS FILMES sempre contiveram estórias de amor e violência. Usualmente, porém, estas foram mantidas em limites moralistas.
Hoje, isto já não acontece mais. Como observa The Wall Street Journal:
“Cenas de nudez e perversidade, uma vez tabus em filmes financiados e distribuídos pelos principais estúdios, aparecem com cada vez maior freqüência. . . .
“Os grupos de igrejas adotaram uma atitude mais liberal. . . . O filme ‘Uma Rajada de Balas’ (Bonnie and Clyde), violenta comédia-drama sobre um sexualmente impotente assaltante de bancos e sua amiga, foi escolhido pelo escritório católico como o melhor filme de 1967 para as assistências maduras. . . .
“As atitudes refletidas em muitos dos filmes novos se colocam em nítido contraste com os antigos filmes hollywoodianos. Os novos são menos moralistas, e, com freqüência o vilão é glorificado. Em ‘Uma Rajada de Balas’ (Bonnie and Clyde), o jovem par roubou e matou, e, ainda assim, é apresentado como inocentes que confiavam na sorte. Quando, no fim, são metralhados numa emboscada, a simpatia da assistência se converge para o casal morto.”
domingo, 23 de maio de 2010
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