quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Das restrições às classificações

Por volta dos anos 50, muitos produtores de Hollywood estavam ignorando o código, achando que suas normas eram ultrapassadas. Por isso, em 1968 o código foi descontinuado e substituído por um sistema de classificação. Com esse sistema, um filme poderia ter material explícito, mas receberia uma marca de classificação que alertaria o público sobre o nível de conteúdo “adulto” do filme. De acordo com Jack Valenti, que por quase quatro décadas foi presidente da Associação dos Estúdios de Cinema dos Estados Unidos, o objetivo era “acautelar os pais, para que pudessem tomar suas próprias decisões sobre que filmes seus filhos deveriam ou não ver”.

Com o início do sistema de classificação, foi como se tivesse rompido a barragem de uma represa. Sexo, violência e linguagem obscena inundaram os scripts dos filmes de Hollywood produzidos para o público em geral. A nova liberdade concedida aos filmes provocou uma enorme onda que não podia ser contida. Ainda assim, com a classificação, o público seria alertado. Mas será que as classificações dizem tudo o que você precisa saber?

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