quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Estabelecem-se padrões

Preocupar-se com o conteúdo de um filme não é algo novo. Quando começou a produção de filmes, surgiram protestos por causa de temas sexuais e coisas relacionadas com o crime, que apareciam na tela. Por fim, nos anos 30, decretou-se um código que limitou severamente o que se poderia mostrar nos filmes.

Segundo a The New Encyclopædia Britannica, esse novo código “foi extremamente repressivo, pois proibia mostrar na tela quase tudo que fosse relacionado à vida de adultos normais. Proibia mostrar ‘cenas de paixão’, e não se podia nem mesmo fazer alusão ao adultério, sexo ilícito, sedução e estupro, a não ser que essas coisas fossem absolutamente essenciais para o enredo e punidas severamente no final do filme”.

Com respeito à violência, os filmes foram “proibidos de mostrar ou falar sobre armas comuns da época, revelar os detalhes de um crime, mostrar agentes da lei morrendo às mãos de criminosos, sugerir brutalidade excessiva ou massacre, ou usar assassinato ou suicídio, a não ser que isso fosse fundamental para o enredo. . . . Não se podia representar ou justificar nenhum crime, em nenhuma circunstância”. Em resumo, o código declarava: “Não será produzida nenhuma cena que rebaixe os padrões morais das pessoas que a virem.”

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