Agora existem, especialmente nos Estados Unidos, “exibições de vídeo-rock”. Num crescente número de cidades é possível os assinantes de televisão por cabo não só ouvir música de rock pesado com suas batidas ominosas, mas ver também a violência acompanhante. Pode-se comprar vídeo-rock em cassete ou pode ser visto numa tela grande num clube de rock.
Certo espectador, espantado com o programa de música de vídeo-rock que viu, descreve-o em The Wall Street Journal como sendo “a mais vil e a mais nauseante representação de sadismo que já vi”. O relato do jornal acrescenta: “Entremeadas nos números de rock havia breves vinhetas, tais como uma que mostrava uma mulher, gritando histericamente, que estava sendo forçada a comer um rato morto”. Poucos espectadores se queixam de tais programas.
Visto que a música pode estimular emoções, esta nova forma de música rock tem o potencial de reforçar conceitos distorcidos sobre a vida. Por quê? Porque dois sentidos humanos estão diretamente envolvidos — a audição e a visão. Ao ouvir música, o ouvinte fornece sua própria imagem do significado da música. Combinando-se a música com o vídeo, a pessoa é privada de sua própria imaginação em troca dos valores morais de outra pessoa — do criador do vídeo-rock. A revista Newsweek comenta: “Uma das notáveis virtudes da música é seu poder de despertar sensações profundas, sem palavras — efeitos que variam de um ouvinte para outro. O vídeo decide qual será sua imaginação e a coloca na tela toda vez que a canção é tocada.”
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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